Alergia alimentar vs Intolerância alimentar

Podemos apresentar alergia ou intolerância ao glúten. Podemos apresentar alergia ou intolerância à lactose… Então, qual a diferença entre uma e outra?

A alergia, como já descrito no artigo anterior (ver: as alergias e a Kinesiologia), corresponde a uma reação de hipersensibilidade do Sistema Imunitário. É o sistema defensivo que é ativado quando entramos em contacto com uma substância estranha – que pode ser um alimento ou não.


Já a intolerância alimentar, trata-se de uma dificuldade na digestão de determinados alimentos. Aqui falamos do Sistema Digestivo e não do Sistema Imunitário. Podemos estar a falar de problemas a nível da composição de alimentos, sensibilidade a determinados aditivos ou constituintes de alimentos. Neste caso, o trato digestivo é afetado e pode causar permeabilidade intestinal (lacunas no intestino que permitem a entrada, na corrente sanguínea, de substâncias de dimensões maiores do que o suposto) e causar uma série de problemas advindos daí.

As alergias e as intolerâncias estão muitas vezes ligadas, porque um alimento mal digerido pode provocar uma intolerância e uma alergia. Muitos dos sintomas das intolerâncias são associados a sintomas digestivos, mas não unicamente: dor abdominal, distensão abdominal, flatulência, cansaço, mau-estar…

No caso de intolerâncias alimentares, o processo a realizar-se é muito semelhante ao do caso de alergias alimentares (referido aqui), sendo que mais uma vez, cada caso é um caso e sendo que, mais uma vez, a Kinesiologia pode ajudar a fazer a leitura sobre o TEU caso e atuar a partir daí.

 

O nosso inconsciente é um vasto mar de informação e é importante fazer-se, em cada caso, um trabalho de busca, nesse mar de informação, das causas e também das correções importantes para aliviar sintomas, a que nível for: emocional, energético, alimentar, estrutural, químico.

Mudanças de hábitos são sempre custosas e requerem sacríficios da nossa parte, mas quando nos compremetemos a melhorar a nossa condição, teremos que ter em vista que se trata de um trabalho de muito respeito e amor por nós e que acarretará sacríficios.

A nossa ligação à alimentação é muito emocional, portanto muitas vezes é díficil abdicarmos dos alimentos que nos inflamam o organismo ou dos alimentos que nos custam digerir exatamente por essa ligação emocional. Quando detetados esses alimentos, o desprender deles não tem que ser tão custoso se os substituirmos por outros igualmente deliciosos, mais adequados a nós e que nos possam igualmente dar prazer na sua ingestão!

Quando falamos em problemas digestivos, falamos mais uma vez, em consciência neste processo de cura. O corpo quando mostra dor ou desconforto, pede atenção e diz-nos que existem alterações que precisam de ser feitas. Cabe-nos a nós escolher como vamos reagir:

  - Lamentarmo-nos / aceitarmos a dor como inevitável / negarmos a condição, comparando-nos com os que não tem os mesmo problemas;

  - Aceitarmos a nossa realidade, levarmos consciência para ela e trabalhamos nesta debilidade para se tornar a nossa força.

Não temos que viver em dor. Parece tão fácil de saber isso não é? Mas será que o sabemos verdadeiramente, profundamente, na sua simplicidade?

Repito para que integremos: Não temos que viver em dor!

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